É nesse percurso que a sustentabilidade ganha sentido. Mais do que uma fase isolada, ela envolve uma série de decisões que acompanham a madeira desde sua origem até o ambiente onde será instalada.
Ao longo de mais de 50 anos de história, a empresa construiu sua atuação tendo a madeira como base e o respeito às florestas como parte de sua responsabilidade. Hoje, esse compromisso está presente em diferentes frentes, que vão do manejo florestal ao desenvolvimento de soluções para o aproveitamento dos resíduos gerados na produção.
Para uma empresa que trabalha com madeira, falar de sustentabilidade é também falar sobre a origem da matéria-prima, que é proveniente de áreas de manejo florestal ou de reflorestamento. No caso do manejo, a retirada das árvores acontece de maneira planejada, seguindo critérios definidos para que a floresta mantenha sua capacidade de regeneração.
Em vez de pensar apenas na árvore que será retirada, o manejo considera a floresta como um sistema que precisa continuar existindo. As árvores são identificadas previamente e somente aquelas que atendem aos critérios estabelecidos no plano de manejo podem ser extraídas. A área explorada passa, então, por um processo de regeneração, enquanto outras áreas seguem o ciclo planejado.
Esse cuidado ajuda a preservar a cobertura vegetal e a diversidade da floresta, ao mesmo tempo em que permite que ela continue sendo utilizada como um recurso renovável.
Além disso, a empresa mantém áreas de reflorestamento, onde são cultivadas espécies como Eucalyptus, Pinus e Teca, sempre seguindo critérios técnicos rigorosos e em conformidade com o Cadastro Ambiental Rural (CAR). O plantio é planejado, o crescimento das árvores é monitorado ao longo dos anos e o manejo garante que o corte ocorra de forma responsável, aliado ao reflorestamento contínuo.

Se a responsabilidade ambiental começa na floresta, ela não termina quando a matéria-prima deixa essa etapa.
Dentro da fábrica, uma das preocupações é aproveitar ao máximo os recursos utilizados. É daí que surge a política de Desperdício Zero, que busca dar uma destinação aos resíduos gerados durante o processamento da madeira.
Pequenas peças de madeira, por exemplo, podem ser utilizadas na produção de multistratos. Enquanto os cavacos e parte do pó de serra produzido pelas máquinas são direcionados para a caldeira.
Esses resíduos utilizados como combustível ajudam a gerar energia térmica para o processo de secagem da madeira. O vapor produzido pela caldeira é direcionado para uma das 17 estufas, resultado dos programas de secagem desenvolvidos considerando as características das espécies nativas brasileiras, em parceria com a Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (ESALQ/USP), em Piracicaba.
Nesse sentido, pesquisa e inovação também fazem parte de práticas ambientais: quanto maior o conhecimento sobre a matéria-prima, maiores são as possibilidades de utilizá-la de maneira eficiente.

Existe uma parte dessa história que acontece antes mesmo de o piso chegar ao ambiente: saber de onde ele veio.
Foi pensando nisso que a Indusparquet criou a Jornada Sustentável, um projeto de rastreabilidade que permite acompanhar a origem e diferentes etapas de sua trajetória.
Por meio de um QR Code exclusivo, o consumidor pode acessar informações sobre o caminho percorrido pelo produto, desde a origem em florestas manejadas até os processos realizados nas fábricas. A iniciativa também busca ampliar a transparência sobre sua legalidade e certificação.
A proposta transforma a rastreabilidade em algo mais próximo. Em vez de a origem da madeira ser uma informação distante, ela passa a fazer parte da experiência de quem escolhe o produto para seu projeto.
A partir de 2026, a Jornada Sustentável passa a estar disponível em todas as lojas exclusivas e revendas autorizadas Indusparquet.
Existe ainda outro aspecto importante quando falamos sobre escolhas mais conscientes: quanto tempo um material pode permanecer fazendo parte de um ambiente.
A madeira é conhecida por sua resistência, durabilidade e possibilidade de restauração, características que ajudam a prolongar sua utilização. Com manutenção adequada, ela pode permanecer por muitos anos nos projetos, acompanhando diferentes momentos e transformações dos espaços.
Essa longevidade também muda a relação com o material. Em vez de ser pensado como um acabamento de uso breve, o piso pode acompanhar o ambiente por décadas, preservando suas características e, em alguns casos, recebendo novos acabamentos ao longo do tempo.
É uma forma de enxergar o cuidado com a matéria-prima não apenas pela origem do produto, mas também pelo tempo que ele permanece fazendo parte da arquitetura.

Quando olhamos para um piso pronto, é fácil perceber apenas sua cor, seus veios e a maneira como ele transforma um ambiente.
Mas existe uma história muito maior por trás da superfície.
Existe a floresta de onde veio a matéria-prima. O planejamento necessário para sua extração. As áreas destinadas ao reflorestamento. A pesquisa para entender melhor cada espécie. As tecnologias utilizadas na produção. O aproveitamento dos resíduos. A energia gerada a partir deles. E, agora, novas formas de acompanhar a trajetória do produto.
Essas iniciativas fazem parte de uma visão de sustentabilidade que acompanha diferentes etapas do negócio. O objetivo é aliar a utilização da madeira à responsabilidade com os recursos naturais, buscando eficiência, inovação e menor impacto ao longo da operação.
Escolher uma espécie para um projeto também pode ser uma oportunidade de conhecer a história por trás do material.
Na Indusparquet, essa história começa na origem responsável da matéria-prima e continua em cada etapa que transforma a madeira em pisos e revestimentos. Uma jornada que combina natureza, conhecimento e cuidado para que a madeira possa continuar presente na arquitetura por muitos anos.
Aqui no blog você pode se aprofundar conhecendo outros revestimentos e formas diferentes de compor sua decoração, unindo estética, durabilidade e responsabilidade para o seu projeto.
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